quinta-feira, 16 de abril de 2009

O início do fim

Nesta última aula, dia 14 de Abril, o nosso grupo encontrou-se bastante ocupado, uma vez que procedemos a uma saída de campo, já planeada e na qual acabámos por atar algumas pontas soltas do nosso projecto. Esta saída simbolizou a passagem concreta do trabalho teórico ao trabalho prático, que aguardávamos com tanta expectativa.
Começámos, neste momento, a fase de execução de todo o nosso trabalho, com um primeiro rastreio: sexta-feira, dia 17, às 13h30, deslocar-nos-emos, com o higienista Mário Valdez, à Escola 1º Ciclo de Santiago, abrindo espaço para uma excepção, uma vez que a maior parte do rastreio tomará lugar na nossa própria escola, conforme planeado. Esta situação excepcional decorreu de um pedido por parte da directora desta mesma escola para que o rastreio fosse lá executado, já que os alunos a rastrear se encontram com ocupações e são em grande número.
As restantes escolas colaboradoras, a Escola 1º Ciclo de Glória, a Escola 1º Ciclo de Vera Cruz e a Escola 1º Ciclo de Barrocas, dirigir-se-ão à Homem Cristo, à partida, no dia 29 de Abril, num horário ainda a definir.

Nesta saída, o nosso principal objectivo era distribuir as autorizações das crianças pelas escolas, mas acabámos por nos dirigir a mais locais essenciais à progressão do projecto.
Em primeiro lugar, dirigimo-nos ao Centro de Saúde, a fim de confirmar com o higienista as datas previstas para o rastreio, uma vez que o rastreio não poderia tomar lugar sem a ajuda deste especialista. O Carlos e o Pedro dirigiram-se à Escola de Santiago, que se tornara, obviamente, a nossa prioridade, e entregaram as 75 autorizações para as três turmas envolvidas.
De seguida, dirigimo-nos à Adverte, onde acertámos, com a gestora de projectos, os últimos pormenores relativos ao folheto informativo que distribuiremos no dia do rastreio.
Num momento seguinte, fomos à Escola 1º Ciclo de Glória, à Escola 1º Ciclo de Vera Cruz e à Escola 1º Ciclo de Barrocas, onde conseguimos, com sucesso, entregar todas as autorizações necessárias.
No entanto, não fomos recebidos pela directora da Escola da Vera Cruz, com a qual precisávamos de conversar sobre a possibilidade de nos disponibilizar outra turma. Todavia, fomos posteriormente contactados e informados que não haveria problema em incluir mais uma turma no rastreio.
Por último, o grupo deslocou-se ao The Anglophil Centre para recolher o patrocínio monetário por eles fornecido, a quem agradecemos desde já pela colaboração.

O projecto está a encaminhar-se com sucesso e, certamente, na próxima mensagem teremos novidades interessantes do rastreio na Escola de Santiago!

Até à próxima,
O grupo.